terça-feira, 1 de junho de 2010

Carla Martins recomenda: O CORPO FALA, Pierre Weil e Roland Tompakow.



Li O Corpo Fala há alguns anos e, desde então, nunca mais participei de uma reunião ou conversa da mesma maneira. Lembro que ouvi falar do livro durante uma aula na faculdade (sou formada em Jornalismo) e tinha ficado louca de vontade de ler. Uns dias depois, olhando a estante de livros do meu pai, quem eu vejo ali, paradinho e prontinho para ser lido? Ele mesmo! Tão perto de mim o tmepo todo e eu nem imaginava...

Logo de cara, já li na capa: "Com 314 ilustrações de expressão corporal". Claro que a vontade de começar a leitura só aumentou. Com tanta expectativa, as chances de decepção eram altas. Mas, pelo contrário, fiquei completamente envolvida e concentrada nos ensinamentos. O texto é divertido, tudo é exemplificado com ilustrações e toda a complicação do tema é genialmente destrinchada para uma linguagem didática.

Hoje eu acredito plenamente que a "linguagem silenciosa da comunicação não-verbal" diz muito mais do que as palavras, porque a linguagem não-verbal é insconsciente, não mente.É muito legal acabar de ler um capítulo e perceber as mesmas coisas descritas na sua mãe, namorado e até nos colegas de trabalho.

No livro, os autores utilizam a esfinge como referência para “traduzir” a linguagem corporal. As três partes da esfinge mostram como o homem é dividido: o boi seria a referência para os instintos (ou desejos), o leão refere-se aos sentimentos e a águia estaria ligada aos pensamentos (ou consciência).

O ponto fraco do livro são algumas repetições desnecessárias, alguns erros de ortografia ealguns diálogos bem machistas nas ilustrações.
Alguns exemplos
Só para dar um gostinho, segue alguns exemplos de significados de expressões corporais:1 - Mutismo: muitas vezes não podemos ou não queremos externar nossos sentimentos, e nosso corpo expressa isso quando: os lábios ficam presos entre os dentes, os braços ficam cruzados perto dos joelhos, como se o indivíduo estivesse se fechando, mão sobre a boca, entre outros.
2 - Desinteresse: quando estamos desinteressados em algo, nosso corpo rlaxa os músculos, não apresentadno tensão. Nomalmente projetamos o corpo para traz na cadeira ou sofá e esticamos as pernas.

3 - O que as mãos nos dizem:• Direita = é a “mão da ação”• Esquerda = é a “mão do sentimento”• Fechadas = agressão, ódio, insegurança• Abertas = afastar o perigo, a ameaça ou oferecer, concordar• Mãos cruzadas para trás = não se concorda com o alvo da discussão• Mãos na frente da boca = deseja falar algo mas não sabe como fazer...• Mãos sobre a mesa = dedicado aos negócios ou querendo negociar Demonstração de sinceridade e honestidade• Mãos juntas sobre o colo ou estômago = um gesto de proteção• Mãos nos quadris = provocativo ou duro, entretido ou ansioso para entrar no assunto principal• Mãos nos bolsos = estar em contato com o próprio corpo, reconfortador, busca de equilíbrio frente a uma possível insegurança• Esfregar o olho = tentativa de bloquear a falsidade, dúvida ou mentira que vê, ou evitar olhar para a pessoa para quem está contando a mentira• Esfregar o queixo = é um sinal de que o ouvinte está tomando uma decisão
Na Prática
Outro dia, eu estava em uma reunião de trabalho e já tinha decidido escrever sobre o livro aqui no blog, então eu me peguei olhando para os participantes da reunião e analisando suas expressões e posturas, que muitas vezes nos "dizem" exatamente o oposto do que suas próprias palavras. Esse é o principal efeito colateral do livro: depois de ler, você começa a olhar em volta e a analisar todo mundo, tentando exercitar tudo o que o livro ensinou.

A partida, Osman Lins.

Hoje, revendo minhas atitudes quando vim embora, reconheço que mudei bastante. Verifico também que estava aflito e que havia um fundo de mágoa ou desespero em minha impaciência. Eu queria deixar minha casa, minha avó e seus cuidados. Estava farto de chegar a horas certas, de ouvir reclamações; de ser vigiado, contemplado, querido. Sim, também a afeição de minha avó incomodava-me. Era quase palpável, quase como um objeto, uma túnica, um paletó justo que eu não pudesse despir.

Ela vivia a comprar-me remédios, a censurar minha falta de modos, a olhar-me, a repetir conselhos que eu já sabia de cor. Era boa demais, intoleravelmente boa e amorosa e justa.

Na véspera da viagem, enquanto eu a ajudava a arrumar as coisas na maleta, pensava que no dia seguinte estaria livre e imaginava o amplo mundo no qual iria desafogar-me: passeios, domingos sem missa, trabalho em vez de livros, mulheres nas praias, caras novas. Como tudo era fascinante! Que viesse logo. Que as horas corressem e eu me encontrasse imediatamente na posse de todos esses bens que me aguardavam. Que as horas voassem, voassem!

Percebi que minha avó não me olhava. A princípio, achei inexplicável ela fizesse isso, pois costumava fitar-me, longamente, com uma ternura que incomodava. Tive raiva do que me parecia um capricho e, como represália, fui para a cama.

Deixei a luz acesa. Sentia não sei que prazer em contar as vigas do teto, em olhar para a lâmpada. Desejava que nenhuma dessas coisas me afetasse e irritava-me por começar a entender que não conseguiria afastar-me delas sem emoção.

Minha avó fechara a maleta e agora se movia, devagar, calada, fiel ao seu hábito de fazer arrumações tardias. A quietude da casa parecia triste e ficava mais nítida com os poucos ruídos aos quais me fixava: manso arrastar de chinelos, cuidadoso abrir e lento fechar de gavetas, o tique-taque do relógio, tilintar de talheres, de xícaras.

Por fim, ela veio ao meu quarto, curvou-se:

— Acordado?

Apanhou o lençol e ia cobrir-me (gostava disto, ainda hoje o faz quando a visito); mas pretextei calor, beijei sua mão enrugada e, antes que ela saísse, dei-lhe as costas.

Não consegui dormir. Continuava preso a outros rumores. E quando estes se esvaíam, indistintas imagens me acossavam. Edifícios imensos, opressivos, barulho de trens, luzes, tudo a afligir-me, persistente, desagradável — imagens de febre.

Sentei-me na cama, as têmporas batendo, o coração inchado, retendo uma alegria dolorosa, que mais parecia um anúncio de morte. As horas passavam, cantavam grilos, minha avó tossia e voltava-se no leito, as molas duras rangiam ao peso de seu corpo. A tosse passou, emudeceram as molas; ficaram só os grilos e os relógios. Deitei-me.

Passava de meia-noite quando a velha cama gemeu: minha avó levantava-se. Abriu de leve a porta de seu quarto, sempre de leve entrou no meu, veio chegando e ficou de pé junto a mim. Com que finalidade? — perguntava eu. Cobrir-me ainda? Repetir-me conselhos? Ouvi-a então soluçar e quase fui sacudido por um acesso de raiva. Ela estava olhando para mim e chorando como se eu fosse um cadáver — pensei. Mas eu não me parecia em nada com um morto, senão no estar deitado. Estava vivo, bem vivo, não ia morrer. Sentia-me a ponto de gritar. Que me deixasse em paz e fosse chorar longe, na sala, na cozinha, no quintal, mas longe de mim. Eu não estava morto.

Afinal, ela beijou-me a fronte e se afastou, abafando os soluços. Eu crispei as mãos nas grades de ferro da cama, sobre as quais apoiei a testa ardente. E adormeci.
Acordei pela madrugada. A princípio com tranqüilidade, e logo com obstinação, quis novamente dormir. Inútil, o sono esgotara-se. Com precaução, acendi um fósforo: passava das três. Restavam-me, portanto, menos de duas horas, pois o trem chegaria às cinco. Veio-me então o desejo de não passar nem uma hora mais naquela casa. Partir, sem dizer nada, deixar quanto antes minhas cadeias de disciplina e de amor.

Com receio de fazer barulho, dirigi-me à cozinha, lavei o rosto, os dentes, penteei-me e, voltando ao meu quarto, vesti-me. Calcei os sapatos, sentei-me um instante à beira da cama. Minha avó continuava dormindo. Deveria fugir ou falar com ela? Ora, algumas palavras... Que me custava acordá-la, dizer-lhe adeus?

Ela estava encolhida, pequenina, envolta numa coberta escura. Toquei-lhe no ombro, ela se moveu, descobriu-se. Quis levantar-se e eu procurei detê-la. Não era preciso, eu tomaria um café na estação. Esquecera de falar com um colega e, se fosse esperar, talvez não houvesse mais tempo. Ainda assim, levantou-se. Ralhava comigo por não tê-la despertado antes, acusava-se de ter dormido muito. Tentava sorrir.

Não sei por que motivo, retardei ainda a partida. Andei pela casa, cabisbaixo, à procura de objetos imaginários enquanto ela me seguia, abrigada em sua coberta. Eu sabia que desejava beijar-me, prender-se a mim, e à simples idéia desses gestos, estremeci. Como seria se, na hora do adeus, ela chorasse?

Enfim, beijei sua mão, bati-lhe de leve na cabeça. Creio mesmo que lhe surpreendi um gesto de aproximação, decerto na esperança de um abraço final. Esquivei-me, apanhei a maleta e, ao fazê-lo, lancei um rápido olhar para a mesa (cuidadosamente posta para dois, com a humilde louça dos grandes dias e a velha toalha branca, bordada, que só se usava em nossos aniversários.

Black Janis Music!



Provavelmente um ET desavisado que viesse à Terra estudar o comportamento da raça humana no final dos anos 60 estranhasse o fato de uma das maiores manifestações artístico-musicais populares do século XX - o Rock - possuir raríssimas representantes do sexo feminino, ainda mais levando-se em consideração que a música, encarada a nível de arte, requer uma dose muito grande de sensibilidade, algo comumente associado ao chamado "sexo frágil".
E dentre estas raríssimas representantes, uma delas, sem sombra de dúvida, merece um destaque mais do que especial: Janis Lyn Joplin, que soube como ninguém mesclar sentimento, paixão e lirismo em suas interpretações, derivadas diretamente das grandes damas do blues, mas com um toque ao mesmo tempo forte e suave.

Nasceu em 19 de janeiro de 1943, na pequena Port Arthur, Texas, cidadezinha típica do interior norte-americano, careta, conservadora, que já na adolescência se tornava muito pequena para a jovem rebelde. Após idas e vindas, vinte anos depois Janis trilhava os caminhos da folk music, ao mesmo tempo em que começava seu envolvimento com drogas, pequenos furtos e brigas. Sua voz marcante e atitude irreverente refletiam sua alma atormentada.

Nancy Wilson (guitarrista da banda Heart), comentou certa vez: "Eu acho que ela permitiu às mulheres sentir sua própria dor. A dor que ela também sentia. (...) seu talento inigualável era fruto de seu sofrimento".

Contudo, nada impediu que ela se tornasse um mito e entrasse para a lista dos imortais dos anos 60, fazendo com que a mistura de blues e rock rendesse um sucesso meteórico que durou cerca de três anos - enquanto viva; e um verdadeiro culto ao seu modo de cantar, mesmo três décadas após sua morte.

Tudo começou quando Chet Helms convidou-a para se juntar ao Big Brother & The Holding Company, banda psicodélica típica de San Francisco, em meados da década de 60. Após um álbum de estréia que passou um tanto quanto desapercebido, Janis e a banda deslancharam em 1968 com "Cheap Thrills", que ultrapassou a marca de um milhão de cópias vendidas somente no primeiro mês, impulsionado pelo sucesso da apresentação em Monterey. Durante sua breve carreira, lançou outros dois LPs, "I Got Dem Ol'Kozmic Blues Again Mama", com a Kozmic Blues Band, e o póstumo "Pearl", gravado com a Full Tilt Boogie Band, título inspirado em seu apelido, ganho devido à brancura de sua pele, quase sempre longe do sol. Depois houveram outros álbuns ao vivo e coletâneas com sobras de estúdio e faixas inéditas.

Em 04 de outubro de 1970, o sonho acabou: Janis foi encontrada morta em seu apartamento, vítima de overdose de heroína combinada com álcool. Talvez seu grande problema tenha sido a aversão às drogas alucinógenas (maconha, LSD), que a levou ao caminho dos estimulantes (anfetaminas, bebidas e heroína).

Alcorão explica a Chuva!

A chuva é, na verdade, um dos fatores mais importantes da vida na terra. A chuva é um requisito prévio para a existência da vida numa determinada região. Ela é de grande importância para todas as coisas vivas, inclusive os seres humanos, é mencionada em vários versículos do Alcorão, onde informações substanciais são dadas sobre suas proporções e efeitos. O fato de que não era possível qualquer dessas informações ter sido descoberta no tempo da revelação do Alcorão nos mostra que ele é a palavra de Deus. Agora, vamos examinar o que o Alcorão diz sobre a chuva.

A proporção da chuva

Na surata 43, Os Ornamentos, versículo 11, a chuva é definida como a água enviada na devida medida.

"E Ele é Quem envia, proporcionalmente, água dos céus, e com ela faz reviver uma comarca árida; assim serreis ressuscitados."

A "proporção" citada no versículo tem a ver com algumas características da chuva. Antes de mais nada, a quantidade de chuva que cai sobre a terra é sempre a mesma. Estima-se que em um segundo, 16 milhões de toneladas de água evaporam da terra. Este número é igual à quantidade de água que cai sobre a terra em um segundo. Isto significa que a água circula continuadamente num ciclo equilibrado, de acordo com uma "proporção". Uma outra proporção relacionada com a chuva é a velocidade de sua queda. A altitude mínima das nuvens de chuva é de 1.200 metros. Um objeto que tenha o mesmo peso e tamanho de uma gota de chuva, quando cai dessa altura, se acelera continuamente e cai ao chão a uma velocidade de 558 km/h. Certamente, qualquer objeto que se choque com o chão a essa velocidade, provocará um grande dano. Se a chuva caísse da mesma forma, todas as terras cultivadas seriam destruídas, áreas residenciais, casas e carros seriam danificados, as pessoas não poderiam andar sem tomar as devidas precauções. O que é mais, esses cálculos foram feitos apenas para as nuvens de 1.200 metros de altura, ao passo que existem também nuvens de chuvas a uma altitude de 10.000 metros. Uma gota de chuva caindo dessa altura certamente alcançaria uma velocidade destrutiva.

Mas, não é como funciona; não importa de que altura a chuva caia, a média de velocidade de chuva é de apenas 8-10 km/h quando alcança o solo. A razão para isto é a forma especial que suas gotas têm. Esta forma especial aumenta o efeito de fricção da atmosfera e impede a aceleração quando as gotas de chuva atingem a uma certa velocidade "limite". (Hoje em dia, os para-quedas são desenhados usando-se essa técnica).

Isto não é tudo sobre as "proporções" da chuva. Por exemplo, nas camadas atmosféricas onde a chuva começa, a temperatura pode atingir a - 400º C. Apesar disto, as gotas de chuva nunca se transformam em partículas de gelo, o que poderia significar uma ameaça fatal para as coisas vivas sobre a terra. A razão para isto é que a água na atmosfera é água pura. Como é sabido, a água pura dificilmente congela, mesmo em temperaturas bem baixas.

A formação da chuva

Durante muito tempo, a formação da chuva permaneceu um grande mistério para as pessoas. Somente depois que os radares aéreos foram descobertos é que foi possível saber sobre os estágios que formam a chuva.

A formação da chuva acontece em três estágios: primeiro, a "matéria-prima" da chuva sobe para o ar. Depois, as nuvens são formadas e, por fim, as gotas de chuva aparecem.

Há 14 séculos, esses estágios foram claramente definidos no Alcorão, onde informações precisas nos são dadas sobre a formação das chuvas:

"É Deus Quem envia os ventos e levanta as nuvens: depois, Ele as espalha pelos céus e as fragmenta em pedaços até que as gotas de chuva sejam vistas dentro delas; então, quando Ele as fez alcançar seus servos, eles se rejubilaram!"

1º Estágio

"É Ele Quem envia os ventos ..."

Inúmeras bolhas de ar, formadas pela espuma dos oceanos explodem constantemente e provocam partículas de água, ricas em sal, que são levadas para o céu, levadas pelos os ventos e sobem para a atmosfera. Tais partículas, que são chamadas de aerossóis, formam as nuvens pela condensação em torno delas do vapor de água, que ascende dos mares sob a forma de gotas mínimas, por um mecanismo conhecido como "armadilha de água".

2º Estágio

"... e ele levanta as nuvens: então, Ele as espalha no céu de acordo com a Sua vontade e as fragmenta em pedaços ..."

As nuvens se formam do vapor d'água que se condensa em volta dos cristais de sal ou partículas de poeira do ar. As gotas d'água são muito pequenas (com um diâmetro entre 0,01 e 0,02 mm), as nuvens são suspensas no ar e se espalham no céu. Assim, o céu se cobre de nuvens.

3º Estágio

"... até que as gotas de chuva sejam vistas dentro delas.

As partículas de água que envolvem os cristais de sal e partículas de poeira engrossam e formam as gotas de chuva. Assim, as gotas, que ficam mais pesadas do que o ar, saem das nuvens e começam a cair no chão sob a forma de chuva.

A conclusão a que se chega é a de que cada estágio na formação das chuvas está mencionado nos versículos do Alcorão. Além do mais, esses estágios são explicados na ordem em que eles acontecem... Como qualquer outro fenômeno natural no mundo, é o Alcorão, mais uma vez, que fornece a explicação mais correta sobre este fenômeno também, e mais, foi ele que anunciou esses fatos às pessoas séculos antes que eles fossem descobertos pela ciência.

Vida numa terra morta

Muitos versículos no Alcorão chamam a nossa atenção para uma função particular da chuva, que é a de "dar vida a uma terra morta". Na Surata 25, "... e enviamos do céu água pura, para com ela reviver uma terra árida, e com ela saciar tudo quanto temos criado: animais e humanos." Além de suprir a terra com água, a chuva também tem um efeito de fertilização. As gotas de chuva que alcançam as nuvens depois de terem sido evaporadas dos mares, contêm certas substâncias "que darão vida" a uma terra árida. Estas gotas, doadoras de vida, são chamadas de "gotas de tensão de superfície". Essas gotas se formam no nível mais alto da superfície do mar, e que os biólogos chamam de micro camada. Nessa camada, que é mais fina do que 1/10 de milímetro, há muitos restos orgânicos oriundos da poluição de algas e zooplanctons microscópicas. Alguns desses restos selecionam e coletam dentro deles alguns elementos que são raros na água do mar, tais como fósforo, magnésio, potássio e alguns metais pesados como o cobre, zinco, cobalto e chumbo. Estas gotas "fertilizadoras" são levadas para o céu pelos ventos e depois de algum tempo elas caem no chão dentro das gotas de chuva. Este fato é mencionado em um outro versículo do Alcorão, como se segue:

"E enviamos do céu a água bendita, mediante a qual produzimos jardins e cereais para a colheita." (50:9)

Os sais que caem com a chuva são pequenos exemplos de alguns fertilizantes (cálcio, magnésio, potássio etc.) usados para aumentar a fertilidade. Os metais pesados encontrados nesses aerossóis, por outro lado, são outros elementos que aumentam a fertilidade no desenvolvimento e produção das plantas. As florestas também se desenvolvem e são alimentadas com a ajuda dos aerossóis originados do mar. Desta forma, 150 milhões de toneladas de fertilizantes caem sobre toda a superfície da terra durante todo o ano. Se não houvesse uma fertilização natural como esta, haveria muito pouca vegetação e o equilíbrio ecológico seria prejudicado.

O que é mais interessante é que esta verdade, que só poderia ser descoberta pela ciência moderna, foi informada por Deus no Alcorão há séculos atrás.


Conheça: BaianaSystem

Tem tempo que falo deles por aqui, e agora tenho um bom pretexto pra escrever longamente a respeito – já que pra mim, serão eles o grande momento do Conexão Vivo Salvador semana que vem (e devem ter sido esta semana em Vitória da Conquista e Ilhéus). Apesar de o Conexão Vivo ter Otto, ter Eddie, ter Nina Becker, ter muitos outros. Tô falando do Baiana System, claro!

O longo percurso de resistência, cedição, retomada, revisão que nossa geração praticou em relação ao Axé-Sistem parece ter chegado ao estado-da-arte com o Baiana System. Da insatisfação contida, e pessoalmente narrada, de O Círculo (da época de Pedro Pondé) em canções como Depois de Ver e A Janela, até o hip-hop e o pagodão, que silenciosamente (e escarnecido até pelos insatisfeitos da classe média, so rockeirinhos que se opunham ao axé-music achando equivocadamente que tudo que não fosse rock era axé…) resistiram e cresceram; passando inevitavelmente pela retomada da guitarrinha-bahiana que o segundo Retrofoguetes representa (inclusive no sentido de universalização e mundialização sonora).Não é mera questão de projeto estético. É também geográfico e político. Geográfico porque é no Baiana System que a cidade baixa, do Minestereo Público e do Sistema de Som Perambulante, e a cidade alta, do Baile Esquema Novo e do Rónei Jorge E Os Ladrões de Bicicleta, se encontra; a Cidade Baixa, da Boate Zauber na Ladeira da Misericórdia, e a Cidade Alta, do Rio Vermelho e da Boomerangue.

Político, porque nunca a “cultural jamming” em Salvador foi tão incisiva e precisa como um bisturi cirúrgico, com táticas altamente requintadas e sutis (além de eficientes). Cultural jamming é um conceito que João Lacerda me apresentou hoje por causa deste post no blog da ONG Transporte Ativo, e me perguntou como eu traduziria. Opto por “subversão cultural”, já que com isso se preserva o caráter de estratégia política (onde podem se encaixar muitas táticas: da iconoclastia pura e simples – as vaias dos xiitas camisas-pretas aos trios elétricos nos carnavais dos anos 1990 -, até a negociação diplomática no sentido de partilhar o mesmo público de recepção – como fez a Formidável Família Musical).

Com isso, no entanto, “cultural jamming” perde suas inúmeras ambivalências. Jam aí tem o mesmo sentido de “jam a gun“: fazer uma arma (ou um mecanismo, uma máquina, uma indústria) intencionalmente pifar, dar xabú, fazer o tiro sair pela culatra. E é o que o Baiana System faz com o Axé-Sistem já combalido o suficiente para ceder, e ironizar-se de dentro com o Rebolationtion do Parangolé. Daí vai o Baiana System e ironiza a ironia, com uma letra que diz:

“My name is notion
information
da Revolution
ao Rebolation
“Simples e sofisticado. Se Andy Wharol fosse bahiano, usaria os velhos bancos empilhados de festa de largo como grafismo. (Obrigado, AMBEV, por acabar com esta forma mundialmente única de painel pictórico popular). É o que faz Felipe Cartaxo nas vestimentas, cenários e capas de disco do Baiana System.

Mas cultural jamming também tem sentido de “Geléia Geral” (ou de muco primevo, como uma madrepérola). E o que é isso senão misturar pagodão, dub, dance hall, reggae, rap, hip-hop, frevo elétrico, lambada, carimbó – e, por que não, axé-music? – tudo de uma vez pra subverter tudo, em pequenos, econômicos, versos e acordes? E não podemos esquecer o sentido de JAM-session (“Jazz after midnight”), que significava o som que as bandas de Jazz do Cotton Club de Nova York faziam não nos ensaios, nem nos shows – mas com os shows já acabados, entre amigos, experimentando de tudo!

Ôxe, como era doce! Como se não bastasse, pela primeira vez o Anti-Axé ou Pós-Axé faz um som sobre carnaval, de carnaval, para o carnaval. Integralmente. Ou, como diz Russo Passapusso: “é pra dançar, mas não tira o pé do chão!” – quem tá embaixo / quer mais espaço / quem tá em cima / quer o seu calor. Quem tá na chuva pula e se enxuga: tá começando mais um carnaval. E o Carnaval, quem é que faz? O Carnaval ainda quem faz é o folião!

[Lucas Jerzy Portela]


Sexo: quem ama espera! Você está disposto?

Vivemos atualmente em uma cultura obcecada pelo sexo. As empresas de publicidade aproveitam esta força para atrair o público e vender seus produtos. Este interesse universal está sendo hoje explorado em detrimento da cultura e da sociedade. Vemos a decadência na perda da virtude e no endurecimento da sensibilidade moral dos jovens. Todo pecado começa na mente. Os pensamentos provocam ações. Os pensamentos estimulam as emoções e estas debilitam a vontade. A vontade responde às insinuações dos pensamentos e das emoções.A Bíblia está cheia de ensinamentos sobre sexo. Por que tantas pessoas caem em pecados sexuais? Temos muitas e muitas razões para poder dar uma resposta mediante a esta pergunta, no entanto, dentre tantas, as razões ou motivos que são mais encontrados entre os jovens hoje em dia são:

1) Covardia: diante da pressão da turma alguns jovens caem neste pecado. Os amigos lhes dizem: você não é homem?; todo mundo faz; para que se guardar?; somente você ainda não fez. E por covardia, medo, pressão da turma ele acaba fazendo sexo logo para acabar com essas gozações para consigo.
2) Avançar demais nas carícias: começam inocentemente tocando aqui e ali e quando menos se percebe os toques já são mais ousados e em lugares que antes eles sequer se atreveriam a tocar. Ao começar a avançar demais nas carícias ele percebe que não consegue mais parar e se envolve em sensações que não saberá mais como refrear e acaba por praticar o ato sexual.

3) Sentem-se apaixonados: alguns jovens praticam o ato sexual simplesmente pelo fato de que estão apaixonados por uma determinada pessoa e consideram isso um bom motivo para terem sexo. Afirmam que logo irão se casar mesmo, então por que adiar isso. Um tremendo erro, pois paixão nunca deve ser colocada como uma boa razão. Paixões passam. E paixões desenfreadas são como uma criança rebelde que precisa de disciplina e correção e não que sua vontade seja satisfeita.

4) Por ser excitante: quando o jovem entra em ação com as facetas desta misteriosa força criada por Deus, ele acaba se esquecendo de toda restrição moral por se sentir completamente envolvido num torvelinho de emoções surpreendentes e perturbadoras, e essas emoções o arrastam para o inevitável ato sexual. O corpo corresponde ao excitamento e isto lhe vem como extremamente agradável e prazeroso. Logo mais tarde, descobre que tais emoções podem ser desastrosamente artificiais.

5) Ignorância: em muito dos sentidos, esta é a causa básica de muito dos tropeços e dos fracassos de nossa juventude. Porém, em se tratando de sexo, aparentemente todos acabam aprendendo de um jeito ou de outro. A ignorância aqui é que após se envolverem não conseguem mais parar. Acham que podem refrear este instinto quando quiserem, porém, na hora, percebem que não é bem assim.

6) Rebeldia: muitos adolescentes e jovens por serem extremamente rebeldes descaradamente ou abertamente resolvem praticar o ato sexual. Não se preocupam com o que outros pensam, querem apenas satisfazer o desejo de sua carne.

Muitos perguntam: É ou não é permitido ter relações sexuais antes do casamento? A resposta é um sonoro NÃO! A existência de um desejo não justifica sua satisfação ilimitada. Há limites e estes limites são fixados por Deus até mesmo na natureza criada por Ele. O sexo foi feito para ser expresso e experimentado. As relações sexuais são lógicas mas o sexo dever usado com responsabilidade. Seu lugar segundo o plano de Deus é dentro do matrimônio.

Amigo leitor! A única coisa que você aprenderá através da prática do sexo antes do casamento é que os resultados da rebelião contra a vontade de Deus são sempre amargos. A única e desagradável lembrança que permanecerá gravada em seu subconsciente será a sordidez do seu egoísmo. Você terá mesquinhamente usado o corpo de outro ser humano para satisfazer o seu ego enfermo e irá arrepender-se disso até o túmulo (2Tm 2.22).

Se alguém não tenta enquanto é solteiro, não fracassará ao casar-se? Como um jovem pode saber se é capaz de ser um esposo(a) se não pratica antes?? Perguntas como estas e semelhantes a estas são feitas ao milhares e muitos a fazem com certa sinceridade, outros apenas para darem uma desculpa para a prática da relação sexual antes do casamento. Veja como Satanás é por demais astuto (2Co 11.14,15). Deus nos criou e nos moldou de tal maneira que o jovem e a jovem poderão desfrutar deste dom maravilhoso de Deus, o sexo, no matrimônio. E os comprometidos? E aqueles que já são noivos? Por meio de várias das pesquisas realizadas, a grande maioria dos compromissos que são desfeitos se rompem precisamente porque uma das partes está com sentimentos de culpa por terem cometido o ato sexual. Suas consciências foram contaminadas por meio das levianas e frívolas atitudes sexuais de um para com o outro. Essa consciência e essas atitudes provocam o rompimento do compromisso. O fato de se estar noivo não é motivo para ter relações sexuais entre si (Gl 5.21; Hb 13.4).

A pureza é bela! Um dos maiores presentes que se pode levar para um casamento! A beleza da santidade de um jovem deve ser se guardar para seu cônjuge e praticarem o ato sexual apenas na noite de núpcias.

O jovem ambiciona ter um casamento feliz e sonha com um bom noivado e um casamento melhor possível. O rapaz sonha com uma moça de boa educação, bonita, de convicções firmes. Acima de tudo, a noiva dos seus sonhos é pura. Já a moça, sonha com um rapaz maduro, que seja um bom líder espiritual, puro e que tenha um bom caráter. Quem ama, espera!Graças a Deus por tais sonhos e lembre-se: quem ama, espera (1Co 7.1-5).

Pr. Cleverson de Abreu FariaIgreja Batista Salém - Pinhais - Curitiba-PR

cabfaria@yahoo.com.br

Perdido, porém Achado: EDERALDO GENTIL.



Ederaldo Gentil, cantor e compositor, nasceu no dia 7 de setembro de 1943, no Largo Dois de Julho, um dos tradicionais bairros do centro de Salvador. Seus pais foram D. Maria José de Souza (D. Zezé) e Sr. Carlos Gentil Peres, antigo relojoeiro da capital baiana. Foi no Largo Dois de Julho que o menino Ederaldo Gentil passou parte da sua infância, brincando, estudando e trabalhando na modesta oficina do pai. Foi desta forma que aprendeu o ofício de relojoeiro o que ajudava nas rendas financeiras da família bastante numerosa.Ainda adolescente mudou-se para o bairro do Tororó, também na área central da cidade, que era nessa época, o mais forte reduto do carnaval baiano. Ali podiam ser encontradas diversas agremiações carnavalescas, como o bloco Os Apaches do Tororó, a Escola de Samba Filhos do Tororó, entre outras. O menino Ederaldo começou bem cedo o gosto pelo carnaval, acompanhando o pai nos bailes à fantasia que eram realizados nos clubes tradicionais da cidade.

Por residir perto do QG do samba baiano, Ederaldo passou a freqüentar os ensaios da bateria da escola Filhos do Tororó. A sua facilidade em tocar instrumentos rítmicos logo despertaria a curiosidade e atenção dos mais velhos e compenetrados sambistas. Desses, em especial Arnaldo Silva (o Sêu Arnaldo), então presidente da Escola, foi quem lhe deu primeiro incentivo para o entrosamento no mundo do samba. Ainda adolescente, Ederaldo começa a elaborar as suas primeiras composições, participando ativamente da ala dos compositores da escola de samba Filhos do Tororó. Os seus sambas passam a ser cantados nos ensaios da escola.

A LUTA DO DIA A DIA

Do lado de cá, as dificuldades da vida obrigavam o jovem Ederaldo a procurar outras atividades profissionais para sobreviver. Por esse período, chegou a ter uma rápida passagem pelo mundo do futebol, onde atuou como meia-esquerda no Esporte Clube Guarany. Fazia uma dupla imbatível com o ex-jogador André Catimba, este que seria, mais tarde, um dos maiores nomes da história do Esporte Clube Vitória. Consta que Ederaldo Gentil chegou também a treinar no Vitória, porém a sua vocação maior não era o futebol, e sim, a música popular, e em especial, o samba. Contam os que o viram jogar que, comparado a muitos dos “craques” de hoje, o Ederaldo teria, com certeza, espaço em qualquer grande clube do Brasil ou do exterior, entretanto a música falaria mais alto em sua opção de vida.

Por esse tempo continuava ligado à música compondo suas canções. No ano de 1967 vence um concurso municipal para o carnaval de Salvador com a música "Rio de Lágrimas", defendida pela cantora Raquel Mendes. A partir daí, durante alguns anos, torna-se presença constante nesses concursos, sempre obtendo as primeiras colocações. Chegou a repetir a façanha de obter o primeiro lugar por três anos consecutivos.Uma das composições vitoriosas dessa fase foi o samba "Esquece a Tristeza" que seria gravado mais tarde pelo cantor e compositor Tião Motorista, já falecido. Ainda em 1967, vence o concurso interno de samba-enredo da escola Filhos do Tororó com a música "Dois de Fevereiro", a qual aborda o tema da famosa festa de Yemanjá, que acontece anualmente no bairro do Rio Vermelho. Foi nesse ano que ele teve, pela primeira vez, a alegria de ter dois sambas seus na boca do povo.

No ano de 1969 houve um fato, inusitado até hoje, na história do carnaval baiano, quiçá do país. Indisposto com as dissenções internas da sua escola, Ederaldo resolve se afastar. Imediatamente seria assediado pelas escolas concorrentes que o convidam para compor seus sambas-enredos. O resultado foi que, no carnaval de 1970, todas as outras nove escolas de samba de Salvador saíram no desfile principal da cidade com sambas-enredos assinados pelo mesmo compositor, Ederaldo Gentil. A única que não trazia essa autoria era, simplesmente, a sua escola - Filhos do Tororó. Esse fato por si só já seria digno de registro no livro de recordes - O Guinness Book.

A ESTRÉIA NACIONAL

Como compositor urbano, fora do ambiente carnavalesco, Ederaldo Gentil aportou para valer na cena da MPB no ano de 1970 através das composições Berequetê e Alô Madrugada (esta última em parceria com Edil Pacheco). O criador desses sucessos foi o cantor paulista Jair Rodrigues, na época um dos nomes de maior cartaz como sambista. Foram gravadas no disco LP “Talento e Bossa – JAIR RODRIGUES”, Philips R765. 117, ano de 1970. Foi o batismo musical deste jovem e talentoso músico. Essa abertura facilitou-lhe a aproximação com outros cantores nacionais como Alcione, Eliana Pittman, Leny Andrade e Conjunto Nosso Samba que se interessaram por suas músicas. Estava dado o primeiro passo para ter, dessa forma, o devido reconhecimento nacional como compositor.

Em 1972, transferiu-se temporariamente para a cidade de São Paulo onde tenta gravar o seu próprio disco. Nesse tempo, recebeu o incentivo e a ajuda de pessoas como o ator Juca de Oliveira, o produtor e pesquisador musical Fernando Faro, Walter Silva - o “Pica-Pau” e o Magno Salermo. Esse tempo na capital paulista se dividia em apresentações em programas de rádio e também de TVs, como a TV Cultura e a TV Record (Mixturação).

Embora contasse com a boa vontade dos amigos paulistas, o disco demorava a sair, e, decepcionado, retorna no final de 1972 à sua Bahia. É o reencontro com a família, os amigos e também com seu ofício de relojoeiro. Reaproxima-se também da sua escola de samba, onde, após as pazes com os dirigentes, resolve participar do enredo daquele ano que comemorava o cinqüentenário da maior ialorixá da Bahia, Menininha do Gantois. O seu samba "In-Lê-In- Lá" é, para variar, novamente o vencedor desse ano. Seria também a sua despedida da atividade de compor sambas-enredos. Essa música seria gravada por ele próprio alguns anos depois no seu segundo disco LP.

O OURO E A MADEIRA

Em 1975, a gravadora Chantecler o convoca de volta a São Paulo onde grava um compacto simples (vinil), que trazia as composições "O Ouro e a Madeira" e "Triste Samba", ambas de sua exclusiva autoria. A primeira composição fêz um relativo sucesso em sua voz, despertando a atenção do radialista e produtor musical Adelzon Alves, na época trabalhando com a cantora mineira Clara Nunes e outros artistas do mundo do samba. Foi no famoso programa radiofônico do Adelzon Alves, o Comando da Madrugada, da rádio Globo do Rio de Janeiro, que se decidiu a gravação do samba O Ouro e a Madeira pelo grupo Nosso Samba (acompanhantes oficiais da Clara Nunes). Essa nova gravação do samba foi, como se diz no jargão do mundo fonográfico, um estouro!

Esse destaque fêz com que a gravadora Chantecler o convidasse para uma nova gravação. Desta feita, para a sua surpresa, não mais um simples compacto, mas sim, um longa-duração (LP), o primeiro de sua carreira. E assim surge, ainda em 1975, o disco Samba, Canto Livre de Um Povo, que trazia novamente o sucesso "O Ouro e a Madeira". Esse disco é hoje uma raridade, visto que ainda não foi reeditado em CD, assim como os seus outros discos em vinil. Embora não tenha tido um maior rigor técnico da produção, esse trabalho do Ederaldo mereceu, na época do seu lançamento, comentários bastante favoráveis da crítica especializada.

Ainda pela gravadora Chantecler, lança no ano seguinte (1976) outro LP, intitulado Pequenino. Dessa vez a produção se esmerou (o que não aconteceu com o primeiro), e o disco, tecnicamente irrepreensível, trouxe um time de músicos e arranjadores da pesada como João de Aquino, Waldir Silva, Altamiro Carrilho, Luna, Eliseu, Marçal, Jorginho, Pedro Sorongo e um coro de primeira com Dinorá, Zélio, Eurídice, Da Fé, Therezinha e outros. No repertório desse LP destacam-se os sambas De Menor, Dois de Fevereiro e In-Lê-In-Lá. Estava então consolidado o seu nome no universo fonográfico brasileiro. São vários os convites para participar de shows e apresentações em rádio e TV.

O DECLÍNIO

Durante todos esses anos, continuou junto com os parceiros Edil Pacheco e Batatinha, promovendo a anual festa da noite do samba na Bahia todo dia 2 de dezembro. O tempo passou e Ederaldo Gentil viu o seu nome sendo pouco à pouco esquecido pela mídia e pelas gravadoras. As suas canções, consagradas por vários cantores nacionais, ainda continuavam sendo executadas nos bares das noites baianas, porém muitos nem sabiam que eram de sua autoria. Contam os amigos que, antes da reforma do bairro do Pelourinho, ele ainda gostava de circular pelas ruas do Centro Histórico, e, às vezes, chegava a corrigir quando os cantores e boêmios erravam cantando suas músicas. Esse fato se deu mais de uma vêz no espaço cultural da Cantina da Lua no Terreiro de Jesus.Os anos 90 seriam terríveis para os artistas tradicionais do samba baiano. A invasão do fenômeno batizado primeiramente de fricote e mais tarde, indevidamente, de axé-music, é a pá de cal para a música de Ederaldo Gentil e outras da mesma linha. O historiador Luiz Américo Lisboa Júnior, em seu livro 81 Temas da Música Popular Brasileira, conta que no ano de 1991 Ederaldo participou, com outros compositores do samba tradicional, de um projeto que usava a tecnologia do trio elétrico para apresentar um outro lado do carnaval baiano. Houve até apoio da prefeitura, mas o momento era ingrato, pois a concorrência com as estrelas da chamada axé-music era desleal. Tudo isto, somado à intolerância de algumas pessoas, foi a gota d´água para Ederaldo Gentil. Vencido, e sem forças para resistir, entrega os pontos afastando-se de vêz do mundo artístico.

Provavelmente tudo isso deve ter contribuído para que ele tenha se entregue ao desânimo e ao pessimismo, comportamentos que o levaram a um isolamento do mundo artístico e social. Hoje vive recolhido a um exílio voluntário, dentro da sua casa no bairro da Vila Laura, onde reside com a irmã Denise Gentil e outros familiares.

A mulher de cada signo e o Amor.

ÁRIES

A nativa deste signo gosta que a mantenham na expectativa, que a admirem e elogiem. Aprecia ter a seu lado um “homem-herói”, pois gosta de ter ao seu lado um companheiro à altura da sua ousadia e coragem. Desde que o seu companheiro mantenha viva a chama da paixão, é uma parceira muito leal. A sua personalidade é um pouco contraditória no amor, pois se por um lado não gosta que a cativem em demasia, por outro lado perde rapidamente o interesse se o homem for demasiado desprendido. Não quer um parceiro dominador, mas também não se interessará por um homem completamente subjugado a seus pés.
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TOURO

Como as mulheres deste signo são pessoas muito sentimentais, tudo na sua vida é regido pelas emoções. Sentem uma forte necessidade de amar e ser amadas e para elas a vida sem amor não faz qualquer sentido. No entanto, a nativa do signo Touro certifica-se sempre do terreno que pisa antes de admitir, mesmo para si própria, que está apaixonada. O seu lema é a precaução, visto que uma rejeição a magoará mais a ela do que à maioria das mulheres. A sua grande motivação psicológica centra-se na sua necessidade de segurança. Contudo, a sua possessividade poderá ser prejudicial numa relação amorosa.
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GÊMEOS

A nível sentimental, a mulher deste signo é geralmente despreocupada e algo receosa de um compromisso emocional intenso. Muitas vezes, quando se sente demasiado envolvida numa ligação, a sua tendência natural é para duvidar dos seus sentimentos ou, pelo menos, interrogar-se sobre eles. É mais racional do que emocional. Ela acredita que a amizade e a simpatia intelectual são fundamentais ao seu bem-estar. É bem-humorada, gosta de se divertir, de aprender coisas novas e de iniciar discussões cheias de vivacidade. Aprecia o ritmo rápido e não suporta o aborrecimento.
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CÂNCER

No amor é um dos signos mais românticos e imaginativos do Zodíaco. Contudo, não gosta de mostrar os seus sentimentos aos outros, porque é naturalmente tímida e receia a rejeição ou o ridículo. Mostra-se afectuosa e leal ao seu companheiro, sendo muito carinhosa e dedicada. Deve aprender a conceder algum espaço ao seu par, pois tem tendência para ser muito possessiva. Como é hiper-sensível, ofende-se com facilidade e não esquece o que lhe dizem.

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LEÃO

Quando a mulher do signo Leão se apaixona e sabe que os seus sentimentos são correspondidos, torna-se ainda mais bela, irradiando a paixão que sente. É muito emotiva quando expressa o amor que sente e procura que os seus encontros amorosos sejam inesquecíveis. A nativa deste signo é dominadora por excelência. Gosta de assumir o papel de comando numa relação, sobretudo se o seu par tem uma personalidade menos extrovertida. Gosta de ser conquistada mas não tem muita paciência para romantismos exagerados nem para pessoas que lhe limitem os movimentos ou que a privem da liberdade que ela tanto preza. Aprecia ser surpreendida por um parceiro divertido e que lhe proporcione um romance quente e muito apaixonado.
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VIRGEM

A mulher do signo Virgem é muito perfeccionista e quando sente que está apaixonada pode ficar um pouco apreensiva acerca dos seus sentimentos. Prudente por excelência, poderá ficar confusa e esquecer-se dos aspectos mais divertidos e agradáveis que o amor tem. Contudo, aprenda que os homens são muitas vezes atraídos pela modéstia e encanto genuínos da mulher deste signo. Procura uma vida sentimental estável e segura, sem grandes surpresas nem imprevistos, pois precisa de saber sempre aquilo com que pode contar.
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LIBRA

“Romance” é a palavra-chave para a mulher do signo Balança. Dificilmente se sente completa até se envolver numa ligação permanente e, consequentemente, pode casar jovem. Assim que encontre o seu verdadeiro amor, fará tudo para constituir uma união feliz. A harmonia é da maior importância para ela. Pode ser demasiado racional, pois tem tendência para analisar as situações, e até os seus próprios sentimentos, de forma equilibrada e objectiva, o que às vezes a faz confrontar-se com dilemas emocionais. Evita tomar decisões drásticas, e quando se encontra numa situação de escolha pondera longamente os prós e os contras de qualquer uma das opções que pode tomar.
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ESCORPIÃO

No amor, a nativa do signo Escorpião é intensa e freqüentemente inesquecível, pois deixa a sua marca pessoal em tudo o que faz. Pode ser bastante ciumenta e possessiva, o que lhe causa alguns dissabores nas suas relações amorosas. É muito leal e dedicada, quer no amor quer na amizade, e por essa razão tem muita dificuldade em perdoar uma traição. Na vida amorosa, possui um caráter um pouco complexo, pois é misteriosa e difícil de conhecer. Encara o seu amado como uma presa que ela conquistou, mas pode ser um tanto manipuladora, embora o faça de uma forma subtil.


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SAGITÁRIO

Uma vez que é entusiasta e positiva perante a vida, quando se apaixona irradia felicidade. Gosta de partilhar a sua alegria com os seus amigos e falar-lhes sobre o seu novo amor. É amante da liberdade e evita ter um compromisso sério a não ser que se sinta completamente apaixonada. Tem um espírito curioso e precisa de um companheiro que estimule o seu intelecto. Para agradar a uma mulher do signo Sagitário é fundamental respeitar a sua liberdade. Gosta de viajar e de velocidade, é sempre divertida e certifica-se de que o seu companheiro goza a vida tanto como ela.
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CAPRICÓRNIO

A mulher deste signo é, geralmente, séria. Quando está apaixonada, reflete nas conseqüências de uma relação e nos seus objetivos futuros com muito cuidado. Ela investe geralmente mais na sua carreira do que num envolvimento emocional. Contudo, quando decide relacionar-se com alguém não olha para trás e assume com fidelidade o compromisso. Embora seja cautelosa e reticente, a mulher do signo Capricórnio entrega-se ao seu companheiro se se sentir segura.
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AQUÁRIO

Embora a mulher do penúltimo signo do Zodíaco tenha uma faceta romântica forte, este é um aspecto da sua personalidade que normalmente tenta esconder. Se suspeita que está apaixonada, é provável que tente esquecer quaisquer pensamentos românticos sobre um compromisso emocional profundo e se concentre na sua vida laboral. A atitude dela perante o amor é mais lógica do que emotiva. Preza muito a sua independência, coloca a amizade acima de tudo, é cordial e bondosa, dando sempre uma ajuda a um amigo.
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PEIXES

A mulher de signo Peixes vive a sua vida assente na procura do grande amor. O seu coração é muito sensível e mesmo no dia-a-dia tem tendência para ser idealista e sonhadora. Não gosta de se sentir pressionada a assumir responsabilidades e procura instintivamente ser protegida pelos que a rodeiam. É naturalmente intuitiva e cria sempre uma atmosfera mágica à sua volta. O amor é o grande motor da sua vida, e precisa de se sentir amada para ser feliz. Viver um romance de conto-de-fadas é, para ela, a maior felicidade que pode ambicionar.

AULA DE HOJE: ADÉLIA PRADO.

quinta-feira, 27 de maio de 2010

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