quarta-feira, 25 de novembro de 2009

Perfil: Wendell Wagner


aniversário: 23

setembro

idade: 89

interesses no orkut: amigos, contatos profissionais

quem sou eu:

Um solo de Arto Lindsay! http://www.youtube.com/watch?v=AHJvUr8meXo&feature=PlayList&p=9D8E1831A6C8A8A3&index=8

filhos: não

etnia: outra

religião: outro

humor: rude

orientação sexual: heterossexual

cidade natal:
salvador

página web:
http://www.flickr.com/dell2ws

paixões:
Música, Fotografia, Contrabaixo, Poesia, Snoopy, bonecos de banheiro...

esportes:
http://www.flickr.com/dell2ws

atividades:
http://www.flickr.com/dell2ws

livros:
Vertenteaveiaver

cidade:
Sunvador

estado: UNIVERSO PARALELO - Vitrine Visual

país: Omã


Nietzsche disse: “Eu só acreditaria num Deus que soubesse dançar.”

A Dança [Matisse]

O PRINCÍPIO REGULADOR DO CULTO

Antes de examinarmos o caos das práticas cúlticas correntes e o princípio regulador do culto de Deus, precisamos primeiro definir culto. “Culto religioso é aquele pelo qual adereçamo-nos a Deus, como um Deus de infinita perfeição; professamos uma inteira sujeição e devoção a Ele como o nosso Deus; colocamos nossa confiança Nele para o suprimento de todas as nossas necessidades; e atribuímos a Ele aquele louvor e glória que Lhe é devido, como nosso principal bem, o mais abundante benfeitor, e o nosso único quinhão e felicidade”.

O PRINCÍPIO REGULADOR E OS INSTRUMENTOS MUSICAIS NO CULTO
PÚBLICO

Agora que a base escriturística do princípio regulador do culto foi estabelecida claramente, vamos analisar uma prática cúltica comum hoje e ver se tem autorização (base) bíblica. Lembre-se, não é suficiente que uma prática não seja proibida pela Escritura. Deve haver uma sanção (i. e., prova bíblica) para toda prática de adoração na igreja.

O uso de instrumentos musicais no culto público hoje é quase universal. Pianos e órgãos têm sido usados por gerações para preparar o estado de espírito “adequado” durante o serviço de adoração e têm sido usados para acompanhar os cânticos de hinos. Hoje muitas igrejas têm adotado o uso de bandas completas, com guitarras eletrônicas, baixos, órgãos, cornetas e baterias. Bandas de rock, pop e estilos sertanejos são usadas como ferramentas de crescimento de igrejas. Livros de crescimento de igreja argumentam que ter uma boa banda com música ritmada e cânticos de adoração atrairão visitantes e proporcionarão pessoas a voltarem. Embora instrumentos musicais sejam ferramentas poderosas no arsenal de manipulação emocional, será que a Palavra de Deus autoriza o seu uso em culto público na era da Nova Aliança? Um estudo do uso de instrumentos musicais na Bíblia revela que o uso de instrumentos musicais está conectado com o sistema sacrificial e é um aspecto da Lei Cerimonial. Um breve exame do uso de instrumentos musicais na Bíblia provará esta afirmação.

A INVENÇÃO DA MÚSICA

Adão e Eva, que adoraram a Deus antes da queda, usaram apenas suas vozes em louvor a Jeová. Esta afirmação é provada pelo fato de que instrumentos musicais não foram inventados até oito gerações. “Ada deu a luz a Jabal: este foi o pai dos que habitam em tendas e possuem gados. O nome de seu irmão era Jubal: este foi o pai de todos os que tocam harpa e flauta” (Gen. 4: 20-21).

“Jubal foi o ‘pai’ de todos que tocam harpa e flauta. Sem levar em conta que estes instrumentos eram ainda muito primitivos. Entretanto, estes instrumentos foram refinados grandemente mais tarde. Jubal foi o primeiro a empregar instrumentos musicais com o fim de produzir música”. Deus registra que a linhagem caída de Caim tomou iniciativa no desenvolvimento da cultura: Jabal: agricultura; Jubal: música; Tubal-Caim: metalúrgica.

PRAZER PESSOAL

Existem exemplos na Bíblia de instrumentos musicais sendo usados com o propósito de prazer pessoal ou entretenimento. Depois de Labão ter alcançado Jacó, o qual tinha fugido a noite, ele disse, “Por que fugistes ocultamente, e me lograste, e nada me fizestes saber, para que eu te despedisse com alegria, e com cânticos, e com tamboril e harpa?” (Gn. 31: 27). Jó refere-se ao uso de música para o propósito de entretenimento familiar: “Deixam correr suas crianças como a um rebanho, e seus filhos saltam de alegria; cantam com tamborim e harpa e alegram-se ao som da flauta” (Jó 21: 11-12). Música também foi usada para acompanhar banquetes com bebidas e festas, muito parecido com hoje em dia.

“A harpa e lira, tamboris e flautas e vinhos há nos seus banquetes” (Is. 5: 12; cf. 24: 8-9; Amós: 6: 5-6). Estes exemplos obviamente não se referem ao culto público.

Fundamentos: Pé e Mão.



Pé de Moça

1 lata de leite condensado
500g de amendoim Torrado e Sem Casca
1 pacote de biscoito maisena (de boa marca)
1 colher (sopa) de margarina
1 colher (sopa) rasa de chocolate em pó

Processar o amendoim, aos poucos, até a textura desejada ( mais pedaços inteiros ou não ). Reserve. Triture muito bem a bolacha maisena.

Misture os dois ingredientes secos e logo após acrescente o resto dos ingredientes da receita, misturando bem.

Coloque em forma untada e deixe na geladeira por umas 3 horas para dar a consistência igual aos comprados (depois não precisa mais voltar à geladeira ).

Corte em quadradinhos e passe no açúcar, se quiser.

Mão-de-obra

A exploração da mão-de-obra infantil é uma prática secular e rotineira em todo mundo. Não haveria de ser diferente no Brasil, onde as desigualdades sociais são mais gritantes e as crianças são utilizadas para reforçar o orçamento doméstico.

Segundo dados do IBGE o Brasil é palco da exploração de 3,5 milhões de crianças menores 14 anos de idade trabalhando em diversos setores da economia. Esta realidade não só afeta os países subdesenvolvidos ou em desenvolvimento, mas também os países ditos desenvolvidos. O Relatório da Situação Mundial para a Infância, elaborado pelo UNICEF revela que 250 milhões de crianças trabalham em todo mundo, muitas delas em situação de elevado risco e contínua exploração.

As crianças que fazem o trabalho de adultos cumprem longas jornadas sem reclamar, em trabalhos noturnos, insalubres e pesados, tarefas que são proibidas até mesmo para adolescentes (jovens de 14 a 18 anos), recebendo menos de um salário mínimo.

Muitas crianças começam a trabalhar antes dos dez anos e os índices de repetência escolar atingem a 60% e até 70% no meio rural.

Essas crianças trabalhadoras nunca têm tempo sequer para brincar ou praticar esportes, ocasionando sérios problemas no seu desenvolvimento físico e intelectual.

Construções.

A construção civil é um segmento representativo na economia brasileira, respondendo por cerca de 10% do PIB. Devido ao grande déficit habitacional e de infra-estrutura do país, é também um mercado muito promissor, que reage com vigor em épocas de crescimento interno. Nessas ocasiões, toda a cadeia produtiva do setor é beneficiada e isso se reverte em uma maior qualificação de materiais e processos, o que está intimamente relacionado ao uso mais intensivo de produtos químicos.
Tais insumos permitem maior desempenho e durabilidade dos materiais, garantem a homogeneidade de seu aspecto final e ajudam a evitar desperdícios nos processos de produção.


Clambering men in big bad boots
Dug up my den, dug up my roots
Treated us like plasticine town
They built us up and knocked us down
From Meccano to Legoland
Here they come with a brick in their hand
Men with heads filled up with sandIt's build
It's build a house where we can stay
Add a new bit everydayIt's build a road for us to cross
Build us lots and lots and lots and lots and lots
Whistling men in yellow vans
They came and drew us diagrams
Showed us how it all worked it out
And wrote it down in case of doubt
Slow, slow, quick, quick, quick
It's wall to wall and brick to brick
They work so fast it makes you sickIt's build
It's build a house where we can stay
Add a new bit everyday
It's build a road for us to cross
Build us lots and lots and lots and lots and lots
It's build
Down with sticks and up with bricks
In with boots and up with roots
It's in with suits and new recruitsIt's build
Construção

Um grito pula no ar como foguete.
Vem da paisagem de barro úmido, caliça e andaimes hirtos.
O sol cai sobre as coisas em placa fervendo.
O sorveteiro corta a rua.
E o vento brinca nos bigodes do construtor.

(Carlos Drummond de Andrade)

PEÇA QUE A GENTE PASSA: JOÃO BOSCO.



ADRIANA FRANCISCA

DISSE ASSIM:

"EU QUERO VER JOÃO BOSCO!"

Pedido Atendido

O amor de Hermeto e Aline.

Quando vocês assumiram o relacionamento publicamente, a imprensa chegou a especular muita coisa, até sobre a continuidade da sua carreira. Já deu para superar aquele momento?

Hermeto: Ficamos chateados sim naquela época. Você não deve nem se lembrar porque é muito jovem, mas chegaram a me apelidar de Chacrinha há muito tempo. Mas nunca tive medo de criar no palco, que é o mais forte dessa música universal. As pessoas que vão aos nossos shows são os maiores músicos e estamos evoluindo muito. Mas você sabe que em todas as áreas tem pessoas que gostam de aparecer. Se você pegar esses críticos de televisão, de dez tem dois que fazem teatro. E tem jornalista que pega um cara que está revolucionando e acha que pode aparecer. Além da Aline ser uma moça nova, a coisa da percepção musical que ela tem assusta muita gente. A gente se preparou muito e está feliz com o trabalho. Estou fazendo coisas hoje que não fazia nos outros shows. Aposto que você nunca me viu tocando cavaquinho, viola, trompete. Para as pessoas a gente fala que tem que aproveitar. É bom ter uma polêmica, mas para nós o maior acontecimento é no palco. A nossa resposta está no palco. E acho que se machucaram com isso.

Aline Morena pede a vez...

Aline: Com certeza absoluta! Jamais vou querer me comparar com a experiência ou o resultado da carreira do Hermeto ou da banda. Eu inclusive já questionei o Hermeto sobre isso, essa versatilidade. Cada um tem um jeito, uma forma, cada músico pode oferecer uma coisa. Modéstia à parte, tenho uma voz privilegiada e esse jeito para dançar como percussionista é inerente a mim.

Você falou o que tem aprendido com o Hermeto. Mas o que você acha que tem conseguido passar para ele?

Aline: Olha que eu não sou muito modesta! (risos). Mas em primeiro lugar é que o Hermeto está dez anos mais novo do que quando o conheci.

Hermeto intervém: “Estou mais barrigudo! (risos)”

Aline Morena continua:

(risos) Ele está cheio de idéias, compondo como nunca, me ajudando na parte de produção... estamos fazendo um site cheio de informações. O google hoje traz 330 mil resultados sobre o Hermeto, mas a maioria vem com informações incompletas ou erradas. E estamos preocupados com isso.

...Hermeto pede a palavra mais uma vez:

Ela não pára! Mas tudo isso que está acontecendo com a gente é por causa da música. Se ela não tivesse essa musicalidade, não é que eu não iria querer nada com a Aline, mas não teria paciência. Esse trabalho de cantar e tocar os instrumentos é incrível porque tenho uma banda com oito músicos e a gente consegue parecer uma banda com o duo. Escrevo para ela dançar uma divisão com voz, mão e pé. E olha que a gente não é de ensaiar. O processo de criação da gente é intenso, andamos para frente. Somos o oposto das pessoas de mente preguiçosa, que ficam naquele mesmo negócio de sempre, sacudindo a cabeça lendo o jornal.
Aline falou do uso da internet como ferramenta de informação para o público e você já deu declarações defendendo a pirataria. No fundo, é tudo democratização da informação?

Hermeto: Isso causou um agito muito grande uma vez. Eu estava em casa quando uma colega sua da rádio CBN me colocou vivo para todo o Brasil totalmente danada de assustada porque não acreditava que eu fosse a favor da pirataria. Ela dizia `Hermeto é perigoso você fazer uma declaração dessa´. Mas expliquei que estava falando dos meus discos que o público não tem acesso. Às vezes tenho que esperar três anos para gravar um novo trabalho e com 70 anos não dá mais para aguardar tanto tempo. Aí essa coisa começou a me incomodar porque eu chegava nos shows, o pessoal vinha falar comigo e quando eu via estava dando autógrafo em discos de 1945! Foi quando falei que a pirataria para os meus discos estava liberada. E se não conseguir, me ligue que dou um jeito (risos). Mas só para os meus! O problema é que tem gente que desvirtua o que eu falo. Teve uma vez que mudaram a intenção do que eu tinha falado sobre o Caetano Veloso e foram dizer que chamei ele de algum nome...

Nunca houve pressão de gravadora?

Hermeto: Pergunta para as gravadoras quanto me pagam de direito autoral para ver se vale a pena eu ficar me preocupando com isso! Por ano, me chega um recibo de 100 reais. Quero que todo mundo compre meu disco. E isso vai se espalhando, quem tiver meus discos ai em Natal, tira uma copiazinha e dá para o cara. As gravadoras, principalmente as grandes, continuam roubando a gente.

RAP - NAS QUEBRADAS DAS TRADIÇÕES, Célia Maria Antonacci Ramos

Hip hop é um meio alternativo de produção e comunicação cultural contemporâneo surgido no Bronx, New York, nos anos 70, especialmente entre os afro-descendentes, que e rapidamente se espalhou pelas Américas e Europa. Esse meio popular de comunicação é o resultado da agregação estética de outras expressões comunicativas. Teatro de corpo, de som, de palavra e, ainda, de tecnologia, o hip hop expressa tradições africanas com imagens-mitos e técnicas do aqui e agora.
O rap é a sua expressão musical e combina sofisticadas técnicas de reprodução sonora da era tecnológica com manifestações vocais urbanas. É uma simbiose das culturas ancestrais de comunicação oral, muito presente ainda nos países da África negra e em periferias das grandes cidades com o Hight tech contemporâneo da sociedade informatizada.

Hoje, não só o rap é o ritmo do hip hop, mas também o jazz, a salsa, o calipso, o mambo, o samba. Da mesma forma, esses ritmos estão sendo influenciados pelo ritmo break do hip hop. Como explica Christian Béthune, em seu livro “Le Rap: une esthétique hors de la loi”, jazz e rap são musicalidades afro-americanas e seus ritmos se misturam num processo não de continuidade, mas de osmose.

Desde a década de 70, a música popular vem sendo um porta-voz que estabelece as relações entre os diferentes sujeitos que integram a sociedade. O hip hop, especialmente em sua expressão vocal, música, dá continuidade a muitas manifestações de protesto que tinham na música seu aliado.

Como enfatiza Christian Béthune, a sonoridade dos vocábulos, a telecopagem das palavras e a liberdade em si abrem perspectivas estéticas propiciadas por essa nova forma de cultura, de expressão estética cultural. No rap, a palavra reencontra o prazer de ser simplesmente pronunciada, falada sem censura. O rap é um epifenômeno de expressão urbana a partir de condições econômicas e sociais vivenciadas pelas novas populações excluídas e agregadas às grandes cidades, que discrimina e agride os diferentes, sem posses, sem acesso às mídias dominantes, sem posição social ou política de destaque.

A encenação do hip hop é dessa forma um rito de união de diferentes povos que habitam os espaços de exclusão das grandes cidades. Organiza-se como performance teatral, que em torno do grafite, da dança e do rap integra a diversidade social e, hoje, representa a identidade dos habitantes das periferias.
Das origens ao Brasil

De origem jamaicana, essa manifestação comportamental surgiu entre os jovens descendentes da África negra que habitavam as montanhas da Jamaica e cultuavam, desde os anos 30, o então imperador etíope Haile Selassié, conhecido como RAS TAFARI MAKONNEN, deus sol. Interpretando esse deus soberano como um profeta bíblico, esses jovens sonhavam com o Zion negro, que se eclipsaria sobre a dominância branca e lhes permitiria voltar para a África Natal.

Familiarizado com os sons nativos de seu país, Kool Herc começou a tocar no Clube Hevalo e no Executive Playhouse, no Bronx, em New York, e logo introduziu novas formas de musicalidade ao regae, dando origem ao rap. Ao invés de simplesmente tocar as trilhas existentes, Kool Herc, que era um grande colecionador de discos de vinil, começou a pesquisar trilhas antigas e tocá-las de maneira inversa, quebrada, estendendo o som até parecer uma nova trilha. scratching foi como ficou conhecido esse som e DJ (disc jockey) o músico que comanda esse som. Além disso, Kool Herc convidava seu amigo Coke La Rock como seu mestre de cerimônias - MC, que introduzia e comentava as trilhas sonoras que falavam da violência e da situação política das favelas, além de outros assuntos de interesse da comunidade, como sexo e drogas. Segundo Nelson George, autor do livro Hip Hop America, La Rock não era muito eloqüente em seus slogans, mantinha-se mais numa balada jamaicana, mas acabou criando algumas frases que se tornaram slogans do hip hop, tais como: “Ya rock and ya don’t stop”, Rock on my mellow!”, “To the beat y’all!”.¹ Essas frases, pronunciadas seguindo as quebras do som do vinil invertido, deram origem à telecopagem das palavras, poesia e estética da poesia do Rap.

Com o sucesso de suas apresentações, Kool Herc levou seus concertos para as ruas, em cima de pickups, e introduziu no Bronx a tradição das festas de rua jamaicanas, organizadas em torno de competições sem violência.

Assim, nascido na Jamaica e logo migrado para os USA, o rap introduziu uma nova forma de expressão musical, que logo se internacionalizou.

Entretanto, para melhor entendermos a hibridização cultural que esse movimento artístico fez aflorar em nossa contemporaneidade, resta aqui destacar o afro-descendente Afrika Bambaataa, que também cresceu no Bronx e, em 1974, fundou a Zulu Nation, grupo que se mantém atuante até os dias de hoje, quase 30 anos depois. Em sua adolescência, Bambaataa era colecionador de discos e, freqüentando os shows de Kool Herc, percebeu que seus discos eram os mesmos que Herc tocava em seus shows. Bambaataa passou a ser, ele também, um DJ que animava festas à moda de Herc. Ainda que Afrika Bambaataa tenha começado com os mesmos discos, logo introduziu em suas performances trilhas Africanas, Caribenhas e D.C. go-go, dando às suas apresentações um caráter multiétnico. Com isso, Afrika Bambaataa passou a agregar adolescentes de todas essas nações que viviam no Bronx e eram rivais por suas diferentes nacionalidades. Desde 1974, integram a Zulu Nation DJs, vocalistas, grafiteiros e break performáticos, adolescentes de muitas nacionalidades, que atuam no urbano através de suas expressões artísticas performáticas e vão sempre introduzindo seus ritmos no rap.

Em sua recente visita ao Brasil, setembro de 2002, quando de uma entrevista na “Casa de Cultura Criança Esperança”, no Jardim Angela, SãoPaulo, Afrika Bambaataa disse que “à medida que o hip hop foi viajando com a Zulu Nation ao redor do mundo, outros ritmos foram sendo incorporados”. Exemplo disso é o universo do jazz e do soul. Seus ritmos podem ser considerados como ascendentes diretos do rap. jazz, soul e rap e todos os ritmos oriundos das musicalidades afro-descendentes. Como blackthought, ragtime, blues, funk, gospel, samba e salsa são ritmos que se enriquecem mutuamente e são interpelantes da cultura dominante.

Aqui vale lembrar que nos USA, bem como em todos os outros países latinos americanos, a expressão musical dos afro-descendentes vem constituindo uma coisa indissociável não só de todos os ritmos nascidos no continente americano, mas também da raiz de toda a manifestação cultural original desses países. São músicas criadas pelos povos de origem africana e traduzem o elemento crucial da cultura africana, sua oralidade. A exemplo da Zulu Nation, muitos outros jovens das periferias das grandes cidades viram na dança, nos grafites e, especialmente na música, trilha e letra, uma nova forma de expressar seu inconformismo, suas críticas, sua estética.

Segundo André Luis Martins, o break foi encenado no Brasil, nos anos 70, com o grupo funk & Cia, grupo soul, que lançou nas ruas de São Paulo a arte de dançar e novos estilos de robótica, pop e break. O ponto de referência eram as escadarias do Teatro Municipal. Logo o grupo começou a procurar lugares abrigados da chuva, e as estações de metrô Tiradentes e São Bento passaram a ser os pontos escolhidos para os encontros. Mas as danças de rua e o rap foram percebidos aqui no Brasil mais a partir dos anos 80, quando as revistas e os discos sobre o movimento hip hop nos USA começaram a circular e outras foram editadas aqui no Brasil e vendidas especialmente na Rua 23 de maio, em São Paulo. Os pioneiros do movimento foram Nelson Triunfo, Thaíde & DJ Hum, MC/DJ Jack, os Metralhas, Racionais MCs, Jabaquara Breaks e os Gêmeos. Logo outros grupos passaram a se integrar ao movimento hip hop. Com a primeira vinda de Afrika Bombaataa ao Brasil, em 1983, o hip hop nacional começou a se organizar em torno de gangs e eventos.
Rap, música e poesia

Ainda que seja difícil pensar rap sem a dança break, elemento quase que inseparável nessa linguagem contemporânea - o rap é uma expressão também do corpo, como em toda a música e cultura africana -, este ensaio se restringe à análise do rap na sua expressão musical.

Pensar musicalmente o rap significa, em primeiro lugar, pensá-lo como música de ruptura dos padões acadêmicos institucionalizados a partir de modelos eurocêntricos estabelecidos desde os tempos gregos e que se estabeleceu como música erudita. Música de procedência popular e de influência africana - como já mencionado anteriormente -, a exemplo da música pop, o rap é executado em compasso quaternário, sendo que não há preocupação de melodia nos versos. A musicalidade está na linha rítmica dos versos declamados, quase todos sincopados. A harmonia demorou algum tempo para começar a aparecer no rap, e até nos dias de hoje pouco é usada. A intenção harmônica é função do baixo e da melodia executada pelo sintetizador. Com forte influência da música Funk, anos 70, (George Clinton, Porliment, Funkadelia e The Meeters), há no rap a presença de bateria com caixa no tempo dois e do bumbo, que bate sempre junto com o baixo, criando o chamado “groove” ou “gingado” .

Ainda que sem preocupações acadêmicas, e principalmente pela negação dessas fórmulas prontas, a contribuição do rap na música contemporânea acontece na inovação tanto de sua forma quanto do seu conteúdo - na sua oralidade e tecnicidade como formas inseparáveis. O rap caracteriza uma nova forma de comunicação. Como diz Christian Béthune, “da mesma forma que o rap reorganiza o som, o rap reinventa as palavras e faz um jogo entre oralidade e escritura, utilizando uma estratégia poética que reelabora a idéia de que uma linguagem exclui a outra, que oralidade e a escrita são linguagens irreconciliáveis.”

No rap, os versos se diversificam e são classificados por alguns rappers em nove estilos - cronista, intelectual, romântico, livre, rua, raga, radical, festa, gospel - , mostrando, assim, já nas letras mesmo de suas músicas toda a multiplicidade.

E, ainda, nas palavras de Christian Béthune, “esse sincretismo cultural, que Permite expressar estéticas milenares enraizadas nas manifestações orais e seu desbobramento com os complexos sonoros eletrônicos constitui uma nova forma de comunicação de dimensão planetária onde se expõe estilos de vida, de concepção de mundo, de profissão e, especialmente de subjetividade.

Ao executar novos procedimentos musicais que rompem com a harmonia prévia do disco já gravado, em lhe modificando para criar um novo, o DJ não está produzindo música no sentido clássico convencional, isto é, a partir de uma escala musical harmonicamente concebida onde se produz frases musicais e peças musicais. Ao romper com a tradição do texto-teia das sete notas que se encadeiam em harmonia melódica, o rapper produz a não música, já que não há mais escala sonora, frase musical ou melodia. Entretanto, é nesse processo mesmo de criar a não-música que os DJs criam novos sons, sons sem escala, sem notas, sem harmonia ou melodia, mas carregados de significados simbólicos, de modernidade de cultura e de comunicação.

Assim, atendendo às necessidades comunicativas, especialmente de protesto de cada comunidade periférica, esse estilo, hoje já globalizado, é traduzido nas possibilidades técnicas e nos anseios localizados. Percebe-se, nesse processo, o que Massimo Canevacci denominou o processo Glocal, conflito entre global e local, ou seja, “processo de unificação cultural - um conjunto serial de fluxos universalizantes – e pressões antropofágicas ‘periféricas’ que descontextualizam, remastigam, regeneram.”4 Isto é, um mesmo texto é produzido ou lido em muitas localidades ao mesmo tempo, mas lido e produzido a partir de seus códigos, com os referenciais próprios de cada cultura que o recebe e/ ou refaz.

NEM TANTO TANQUE, TAMPOUCO PALANQUE, Demerval Buarque.

Para a tristeza de uns tantos tontos por aí, eu não morri, nem desisti. E se não morri decidi matar as mulheres do século XXI, as mulheres independentes, auto-sustentáveis, essa espécie perniciosa que prolifera de uns tempos pra cá, miniaturas de Leila Diniz, recrutas frustradas de Marta Suplicy, imitações nefastas de Pagu, dessas que existem hoje, que negam o tanque, exigem palanque. Ora, sejamos sensatos, nem tanto tanque, tampouco palanque.

E Reich para entrar para a História perdeu horas infindáveis de sua vida ouvindo e aconselhando mulheres que já apresentavam os primeiros sintomas desta anomalia que é a independência, o fracassado teor auto-sustentável que essas racionais mulheres insistem sustentar. Gaiarsa, na mesma linha de Reich, se vendo desesperado com o desespero destas, assina embaixo soluções descabidas que vão desde sugestões de relacionamentos abertos até um adultério aqui ou ali de vez em quando. Tempo gasto a toa porque não foram capazes, nem ao menos tiveram coragem de admitir que a ascensão da mulher independente é a morte da mulher original.

Talvez essa frouxidão se dê pelo susto de ver umas poucas mulheres revoltadas queimando sutiãs em praça pública. Decerto, um rompimento. Agora, elas, as auto-sustentáveis, são obrigadas e se vêem atordoadas a arcar com as conseqüências de tal escolha. O que chamo de mulher original é a mulher que não existe mais – e tende mesmo a inexistir por um longo tempo, assim me parece –, as donas de casa, aquelas que cuidam do lar, dos filhos, dos imprescindíveis afazeres de casa. Essa, sim, morreu.Temos visto surgir aos montes um bando irrequieto de mulheres trabalhando, pensando por si só, auto-sustentável ao ponto de passar meses e até anos sem se apaixonar. Mas nada é fruto do acaso, é fruto mesmo dessa nova realidade que se configura, porque a partir do momento em que a mulher tomou pra si o mínimo de questionamento sobre as coisas do mundo e sobre a sua própria existência e papel na vida social, ocorreu uma radical transformação que se revela na recente incapacidade de amar, porque simplesmente questionar e amar são territórios que não se tocam, e o primeiro ao suprimir o segundo, inevitavelmente traz à tona mulheres desconfiadas, avessas a relações que ultrapassem meses de duração, irritadas facilmente com qualquer ato demasiado doce ou demasiado grosseiro por parte do homem. É um olho aberto, o outro também.

O pior de tudo é que mais do que uma proliferação de mulheres que olham torto para dentro da cozinha, é a proliferação do ideal de mulher independente que afeta até mesmo mulheres que eram genuinamente originais. Fiquei estarrecido ao tomar um táxi dia desses e já dentro do carro olhei para o lado e vi que quem me conduzia era uma mulher. Não estou dizendo que mulher seja incapaz de dirigir carros – embora eu veja incompatibilidades naturais entre mulher e volante, pois ainda acho que mulher cai bem no banco ao lado –, apenas não sou obrigado a aceitar ver com naturalidade uma mulher dirigindo um táxi. Não me recusei a aceitar a condução porque estava muito atrasado e por sentir-me envergonhado de expressar minha indignação. Pedras que outrora jogavam em Madalenas, tendem a machucar ferozmente qualquer um que atente a esta novíssima e fracassada verdade.
Porque é simples o motivo de tanta angústia nas mulheres, é parte de seu gene ser uma mulher original (lavar, passar, cozinhar, arrumar a casa, assistir tv etc), é uma vontade reprimida que escandaliza de variadas formas a cada tentativa desiludida de ser mulher independente e ao mesmo tempo feliz. Fiquem sabendo: amar e pensar não tocam a mesma música. E como já disse em outras palavras antes, mais do que pensar, muito pior do que pensar, as mulheres hoje rebaixam sua existência a uma ostensiva defesa, defendem-se de toda arbitrariedade masculina, encaram de frente uma voz mais alta, desprezam muitas vezes sua moral em função de demonstrar sua infame independência mantendo relações supostamente amorosas e sexuais, a céu aberto, com uma variedade peculiar de homens.

Nem Reich, nem Gaiarsa, nem Márcia Goldschmidt. É dada a hora do retorno imprescindível, a volta da originalidade da alma feminina. Tentativas, repito, há. Algumas forçam a feminilidade com suas roupas grosseiras e apelativas, ou mesmo no perfume que usam, não mais aquele suave odor, mais além porque exterminam o estoque de perfumes masculinos das prateleiras, talvez para dar a impressão, a certeza, a nós, homens, de que trabalham.

Somos atropelados todos os dias pelas carrascas chefas de setor, pelas esquizofrênicas gerentes de banco, pelas ignorantes e mal-amadas parlamentares. Oro todas as noites para não ter que suportar no dia seguinte as pré-menstruadas, que hoje, porque trabalham, se auto-sustentam, não têm direito e nem se dão ao direito de descanso num período tão delicado. E não pode faltar a visceral arrogância das intelectuais, estas, porque pensam, questionam, me parece, as mais concretamente afetadas do século XXI, sempre escrevendo tratados de dores e frustrações infindáveis.

Por tudo isso, isolado, faço cá minha campanha em favor da mulher original, aquela que não tem porque se preocupar com contas a pagar, que não precisa cuidar de planilhas, gráficos, periódicos, leis, ou responder inquéritos, escrever teses, participar de assembléias ou reuniões semanais de auto-ajuda e muito menos mexer com altas tecnologias, dirigir táxi e, meu deus, pasmem, dirigir ônibus.

É preciso cuidar que as novas gerações não sofram a carga absoluta destas fortalecidas frustradas. Não se pode comprometer tantos seres em formação por causa de um mal resolvido aspecto da atual vida social. Cabe às mulheres se darem à dura lida de lavar os pratos, enxugá-los, lavar calças jeans à mão, deixarem de lado a “chapinha” e pegarem firme o ferro elétrico, saber dos acontecidos da novela da tarde, desejar filhos e dedicarem-se a eles e ao seu marido, numa devoção nunca antes feita nem vista porque se trata, obviamente, de uma emergência, pois, repito, esta incapacidade de amar, de entregar-se inteira – e não essa metade absurda e sem cheiro – a um pretendente amor só poderá ser superada quando Amélias (antítese de piriguete) e Emílias (síntese de mulher original) entrarem em cena num triunfal retorno, de corpo e alma, apoiadas às costas do encantado príncipe, montados os dois num inesquecível cavalo branco.

Breve análise de Auto-Ajuda.



Em certa medida, a auto-ajuda acabou assumindo um papel que cabia à religião. "Como a religião já não molda os comportamentos no mundo ocidental, as pessoas estão buscando apoio para suas inquietações na auto-ajuda", afirma o frei Antônio Moser, diretor-presidente da editora católica Vozes, que dedica 10% de seu catálogo aos livros do gênero. A expansão da auto-ajuda se deve, ainda, à popularização da psicologia. Em seus primórdios, os autores equilibravam-se entre o discurso místico e teorias calcadas no controle da mente. A auto-ajuda também dá continuidade a uma tradição que remonta às origens da filosofia – aquela que reflete sobre a natureza da "boa vida" e os caminhos que levam a ela.
Com alguma licença se poderia dizer que Sócrates e Platão já faziam auto-ajuda ao discutir o que era uma existência feliz. O escritor suíço Alain de Botton ressalta de maneira bem-humorada a semelhança entre os grandes pensadores do passado e os atuais gurus de auto-ajuda no livro As Consolações da Filosofia, que encaixa as teorias de Sêneca, Epicuro e Nietzsche no formato dos manuais de conduta.

Entre todos os motivos que levam os brasileiros a procurar um livro de auto-ajuda, o mais forte é a demanda por conhecimento. Uma pesquisa sobre os hábitos de leitura patrocinada no ano passado pelas principais entidades do mercado editorial mostra que a maioria dos brasileiros, ao contrário dos franceses, por exemplo, não visita uma livraria em busca de um livro que os entretenha. O público nacional deseja antes de tudo livros que lhe tragam informações úteis para o trabalho e a vida prática. A mesma pesquisa revela que o típico leitor do gênero cursou o ensino médio ou a faculdade (muitas vezes incompleta) e é quase sempre um assalariado pertencente às classes B e C, com rendimento familiar na faixa dos 500 aos 3.000 reais. Ou seja: são pessoas em busca de ascensão social. Num país em que a qualidade do ensino nem sempre é das melhores, uma parcela desse público encontra nos livros uma forma de preencher suas lacunas de formação. Isso explica inclusive as vendas expressivas de obras que a rigor não são de auto-ajuda, mas cumprem um papel de enriquecer o repertório de seus leitores. Aí incluem-se desde manuais de etiqueta até antologias na linha de Os Cem Melhores Contos Brasileiros do Século e Os 100 Livros que Mais Influenciaram a Humanidade. Muita gente os consulta em busca de informações para trocar idéias com o chefe ou para não fazer feio numa reunião social.
Em nenhuma área a necessidade de reciclar conhecimentos é tão visível quanto no mundo dos negócios. Na era da globalização, fazem sucesso os autores que ensinam como se adaptar às reviravoltas no ambiente corporativo. Dois deles se tornaram referência: os americanos Stephen Covey e Spencer Johnson. No final dos anos 80, Covey lançou Os Sete Hábitos das Pessoas Altamente Eficazes, livro que ficou por anos a fio nas listas de best-sellers americanas e cujo conteúdo ainda hoje está em voga nos cursos de capacitação para executivos de grandes empresas. Johnson, por sua vez, escreveu Quem Mexeu no Meu Queijo?, uma parábola sobre dois ratinhos e dois duendes que disputam um naco de queijo num labirinto – a moral da história é que os profissionais que souberem antecipar-se às mudanças levarão vantagem sobre os concorrentes. Hoje, Johnson presta consultoria a 10.000 empresas, entre as quais multinacionais do porte da Shell e da IBM. "Eu me empolguei tanto com o Queijo que, no ano passado, distribuí exemplares a 600 dos meus executivos", diz Manoel Amorim, diretor-geral da Telefônica em São Paulo.

O sorriso de Ahmadinejad

"Fabricaram uma lenda sob o nome de 'massacre dos judeus', e dão mais importância a isso do que a Deus, à religião e aos profetas" afirmou o presidente do Irã Ahmadinejad durante um discurso realizado na cidade de Zahedan.
Hitler diz: "A natureza é cruel; então também estamos destinados a ser cruéis. Ao enviar a flor da juventude alemã para a chuva de metais da guerra sem o menor remorso pelo precioso sangue deles que está sendo derramado, eu deveria ter o direito de eliminar milhões de uma raça inferior que se multiplica como verme. "

Ahmadinejad, um ex-membro da Guarda Revolucionária - conhecida por exercer um forte controle ideológico no Irã - foi eleito presidente em junho passado, sob preocupações da comunidade internacional de que a sua posição de extrema-direita poderia minar as negociações da comunidade européia com o país, na tentativa de interromper o programa nuclear iraniano.
Hitler diz: "Toda propaganda tem que ser popular e acomodar-se à compreensão do menos inteligente dentre aqueles que pretende atingir."

Sua hostilidade contra o Estado de Israel veio à tona em outubro passado, quando resgatou a idéia do aiatolá Khomeini, fundador da República Islâmica do Irã, e parafraseou sua descrição de Israel como "um tumor canceroso que deve ser erradicado". Suas palavras despertaram a reprovação da comunidade internacional e levaram Israel a ameaçar iniciar os trâmites para pedir a expulsão do Irã da ONU.

"Se vocês cometeram este grande crime [o Holocausto], então por que obrigam os oprimidos palestinos a pagar o preço? São vocês que devem assumir a responsabilidade", disse Ahmadinejad, em alusão ao Ocidente.
Hitler diz: "Hoje acredito que estou agindo de acordo com a vontade do Criador Todo-Poderoso: - ao defender-me contra os judeus, estou lutando pelo trabalho do Senhor. "

"Esta é nossa proposta: entreguem uma parte de sua própria terra na Europa, nos Estados Unidos, no Canadá ou no Alasca, onde os judeus possam estabelecer seu país", insistiu. Ahmadinejad já havia feito essa mesma proposta na semana passada, durante a cúpula da Organização da Conferência Islâmica, realizada na Arábia Saudita.
Hitler diz: "Desmoralizar o inimigo surpreendendo-o, aterrorizando-o, sabotando-o, assassinando-o. Esta é a guerra do futuro.”