domingo, 3 de junho de 2012

Sapateado.


A origem não tem uma data precisa. Algumas das suas primeiras manifestações datam de meados do século V. Posteriormente, desenvolveu-se a partir do período da primeira Revolução Industrial. Os operários costumavam usar tamancos (clogs) para isolar a umidade que subia do solo e, nos períodos livres, reuniam-se nas ruas para exibir sua arte: quem fizesse o maior e mais variado número de sons com os pés, de forma mais original, seria o vencedor. 

Por volta de 1800, os sapatos foram adaptados especialmente para esta dança. O calçado era mais flexíveis, feito de couro, e moedas eram fixadas à sola, para que o som fosse mais limpo. Mais tarde, finas placas de metal (taps) passaram a ser fixadas no lugar das moedas, o que aumentou ainda mais a qualidade do som.

Nos Estados Unidos desenvolveu-se o chamado sapateado americano, introduzido no país por volta da primeira metade do século 19, na fusão que uniu ritmos e danças dos escravos, que já possuíam um estilo de dança próprio baseado nos sons corporais, com os estilos de sapateado praticados pelos imigrantes irlandeses e colonizadores ingleses.


Notas da Censura: Pequeno Mapa do Tempo, Belchior.


Autor: Belchior

Música: Pequeno Mapa do Tempo

Parte(s): Parte 1  

Páginas: 2

Resumo: A canção “Pequeno Mapa do Tempo” de Belchior que faz crítica feroz contra o regime vigente, começa com “Eu tenho medo e medo está por fora” e segue com “Eu tenho medo que chega a hora, em que eu preciso entrar no avião”, em alusão ao exílio. Com três carimbos de PROIBIDO, os censores afirmam, no parecer de 29 de março de 1977, que a música traz mensagens de protesto político contra a realidade sócio-econômica-política. No documento assinado pelos dois censores, observa-se que outras canções do Belchior também são vetadas, todas por apresentarem teor de protesto. A opção da DCDP é pela “INTERDIÇÃO” da canção “Pequeno Mapa do Tempo”.



Aqui Jaz: Nelson Jacobina.



Em meados da década de 1970, integrou, ao lado de Vinicius Cantuária (bateria) e Arnaldo Brandão (baixo), a Banda Atômica, grupo de apoio a Jorge Mautner, com quem vem atuando desde então, em shows e gravações.

Compôs várias canções em parceria com Jorge Mautner, com destaque para "Maracatu atômico", sucesso em gravação de Gilberto Gil. 

Em 1988, lançou, com Jorge Mautner, o LP "Árvore da vida".

Ao lado de Jorge Mautner, participou dos songbooks de Dorival Caymmi (na faixa "Balaio grande", de Dorival Caymmi e Oswaldo Santiago) e Gilberto Gil (na faixa "Andar com fé").
É um dos integrantes da Orquestra Imperial.

Como compositor, teve canções gravadas por Gilberto Gil, Gal Costa, Leo Gandelman, Chico Science e Nação Zumbi, Milton Banana, César Camargo Mariano e Amelinha, além do parceiro Jorge Mautner.



Aspas para Cage.






"Quando eu era jovem, um de meus professores costumava se queixar de que assim que eu começava uma música, já a encaminhava para o final. (...) Eu introduzi o silêncio. Eu era um solo - digamos assim - no qual o vazio podia crescer."



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